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JUDEUS GARDADORES DO SÁBADO “MARAVILHAM-SE APÓS”, OUTRA VEZ. · February 24, 2010

O Zenit [em inglês], em 17 de janeiro de 2010, relatou que “Bento XVI foi recebido com aplausos calorosos, hoje, ao visitar a Sinagoga [judaica] de Roma, a terceira sinagoga que visitou como Pontífice”.

“Antes de entrar na sinagoga, o pontífice depositou uma oferenda floral aos pés das lápides que recordam dois dos momentos mais obscuros da comunidade judaica romana: [um dos que celebrou] a deportação de 1.022 judeus, em 1943 (…)”.

O discurso papal foi “interrompido diversas vezes pelos aplausos dos presentes. A sinagoga estava lotada, com mais de mil pessoas, entre judeus, cristãos e muçulmanos”.

O Papa “recordou o horror do Holocausto e propôs uma maior cooperação entre judeus e cristãos, unidos pelos Dez Mandamentos e comprometidos a dar testemunho do único Deus e a despertar na sociedade o desejo de transcendência.”
Observe a ênfase, no discurso papal, sobre os Dez Mandamentos como o elemento de união no diálogo ecumênico. Essa ênfase irá, sem dúvida, conduzir, no futuro, a uma maior ênfase à adoração ao domingo, que será gradualmente erguido por uma religião mundial.

É importante entender que, nos últimos dias, ainda que guardadores do sábado, muitos judeus irão ceder à pressão para obedecer às leis dominicais de alcance mundial. Os laços ecumênicos que se arrastam há mais de 40 anos certamente irão promover a perspectiva de adoração ao domingo.

“Em seu discurso ao Papa, o presidente da Comunidade Judaica de Roma, Riccardo Pacifici, afirmou que a visita do pontífice ‘irá deixar uma profunda marca’, não só do ponto de vista religioso, mas, sobretudo, pelo efeito que acreditamos que isso pode gerar sobre a sociedade civil (…)”.

Note que a idéia por detrás do intercâmbio ecumênico é produzir um efeito sobre a sociedade civil. No futuro, esse efeito irá propiciar uma base para leis religiosas mais agressivas. Esse conceito está unido com a idéia papal de que a unidade religiosa deve fornecer transcendência à sociedade, ou seja, que a sociedade pode evitar conflitos em nome da unidade religiosa. Claro que isso nunca irá ocorrer, de acordo com a profecia.

“O rabino Di Segni ofereceu a Bento XVI uma ‘saudação de gratidão’ por sua visita, recordando a necessidade de um diálogo que ponha em primeiro lugar os objetivos comuns entre as duas religiões (…)”.

Também vale lembrar que nos modernos eventos ecumênicos entre duas religiões não-muçulmanas, os muçulmanos também estão convidados a participar.
A visita do Papa à sinagoga, em 17 de janeiro, é um evento anual do século 21. Não obstante, em 2005, os dois grupos decidiram sobre um debate temático de 10 anos acerca dos Dez Mandamentos. O tema deste ano foi o quarto mandamento (segundo a numeração bíblica). A Igreja Católica publicou um guia para o debate, o qual discute a importância do Shabat. Evidentemente as igrejas católicas e judaicas estão longe uma da outra no que se refere ao dia de guarda, mas a ênfase foi sobre os pontos que ambas têm em comum, tais como a necessidade de contemplação do divino e o repouso do trabalho, e suas implicações sociais.
Roma usa o movimento ecumênico para realçar continuamente a base deste princípio fundamental de adoração ao domingo. É importante vigiar essas evoluções graduais. O dia virá quando os judeus adotarão o princípio de adoração ao domingo, no intuito de preservar a unidade na comunidade, quando as circunstâncias o exigirem. Eles estão, agora, se preparando para isso por meio de eventos, tais como o diálogo ecumênico entre as igrejas judaicas e católicas. Observe como o Homem do Pecado é respaldado pelos próprios judeus. Obviamente, os judeus apreciam a solidariedade com um líder mundial que pode patrocinar sua causa, mesmo que seja uma igreja política que está minando sua própria prática, o sábado. Eles não possuem nenhuma pista de que as questões de adoração nos dias finais irão girar em torno de seu próprio tesouro, o qual fora concedido por Deus, e que eles estão gradualmente pervertendo-se ao condescenderem com a administração mundial do Papa.

English Source

English Source 2

Fonte Português 1

Fonte Português 2

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