Babel e a Globalização Moderna · dezembro 01, 2010 click for audio [click to listen]

Prezado amigo,

Bem-vindo ao Ministério Guarde a Fé. É um imenso prazer passar estes momentos com você. Hoje, espero que você saiba um pouco mais de que forma a profecia está se cumprindo em nossos dias. Estamos no final de mais um ano. Espero que você esteja muito mais perto de Jesus agora do que no início de 2010.

Muito obrigado por suas orações em favor do Ministério Guarde a Fé ao longo deste ano. Suas orações significam muito para nós. Agradecemos também àqueles que têm contribuído com doações em apoio ao trabalho desse ministério. Suas contribuições representam uma grande ajuda e significam muito para nós. Nossa equipe está trabalhando arduamente a fim de garantir um trabalho de qualidade que seja uma bênção para você. Sua parceria com o Ministério Guarde a Fé faz com que isso seja possível.

Não se esqueça de acessar o nosso website para conferir os Resumos de Inteligência Profética. Novas notícias são postadas a cada um ou dois dias.

Este mês vamos descobrir algumas coisas impressionantes a respeito do que está sendo planejado para esta terra para os próximos quinze a vinte anos, se este planeta durar até lá. Tudo diretamente ligado à profecia.

Ouça a seguinte citação do livro O Colportor Evangelista, página 17: “O fim de todas as coisas está às portas. Os homens do mundo estão-se precipitando na ruína. Seus projetos, suas confederações, são muitos. Novos artifícios serão continuamente apresentados para tornar de nenhum efeito o conselho de Deus. Os homens estão amontoando tesouros de ouro e prata para serem consumidos pelas chamas dos últimos dias.” Que citação! Homens estão fazendo planos para rebelar-se contra Deus. Estão armando novos esquemas para controlar o povo para que possam juntar tesouros para si e liderar o mundo à idolatria.

Nos próximos quinze anos, se esta terra durar até lá, mudanças drásticas revolucionarão o mundo em que vivemos. Há uma mudança extraordinária vindo em direção das nações. Megacidades serão construídas no meio do nada. A vasta maioria da população do mundo viverá em cidades imensas e aglomeradas. Se você acha que as cidades de Nova York, Los Angeles, Cidade do México e Tókio são cidades grandes, espere alguns anos mais e verá cidades muito, muito maiores.

Tal desenvolvimento relativamente novo ou inesperado está programado para repetir o que está relatado na Bíblia e na história com o objetivo de mudar a maneira em que o mundo é administrado hoje. Atualmente já está acorrendo uma anulação da soberania e da identidade das nações-estado. No lugar das nações, como as conhecemos hoje, a força do mundo político está sendo direcionada para o poder emergente das cidades e cidades-estado. Assim como a antiga Babel e a ordem medieval da Europa, a nova ordem mundial está tomando forma à medida que milhares e milhares de pessoas concentram-se nas cidades construídas para acomodá-las.

Isso não deve surpreender os estudantes da profecia bíblica. Os princípios históricos da antiga Babel e do período medieval estão sendo restaurados em nosso contexto moderno e serão utilizados para moldar tudo o que fazemos, incluindo a adoração religiosa.

Não espere que as leis dessas cidades respeitem seus direitos quanto à privacidade, liberdade de expressão e liberdade religiosa. Não há interesse em você como pessoa. Os líderes mundiais e os políticos corruptos da cidade estão interessados na utilidade da cidade como uma ferramenta política global para atingirem suas próprias metas e objetivos.

Antes, porém, de continuarmos, peçamos ao Senhor por clareza de entendimento e compreensão em nosso estudo de hoje. Por favor, incline a sua fronte comigo em oração, se possível. Nosso maravilhoso Pai celestial, nosso tempo nesta terra está chegando ao fim. Hoje mais do que nunca precisamos que Jesus nos ajude a entender o plano do Céu para a preservação da Tua igreja. Ao estudarmos hoje, por favor, revela-nos os princípios do Teu reino. Ajuda-nos a enxergar que este mundo não é o nosso lar e que estamos em busca da “cidade que tem fundamentos, da qual o artífice e construtor é Deus” (Hebreus 11:10). Obrigado por Teu amor e pela advertência que nos mostra o quão importante é estarmos preparados para o que surpreenderá o mundo inteiro. Em nome do Senhor Jesus, amém.

Mais uma vez maravilho-me diante do relato bíblico ao ver através dos eventos atuais quão precisas as profecias são. Até mesmo as histórias da Bíblia Sagrada são proféticas. Uma das histórias mais relevantes para o nosso estudo de hoje é a história de Ninrode e a Torre de Babel, que nos mostra com exatidão os propósitos e as atitudes daqueles que planejam a estrutura da nova ordem mundial em que todos nós estamos vivendo de certa forma.

Satanás percebeu a possibilidade de controlar o mundo logo após o Dilúvio. A fim de atingir tal objetivo, investiu todos os seus esforços. Os descendentes de Cão rebelaram-se contra o Senhor e construíram uma cidade. Em Gênesis 11:2 lemos: “Partindo eles [os descendentes de Cão] do oriente, acharam um vale na terra de Sinar; e habitaram ali.” Eles costumavam habitar nas montanhas na companhia de seus irmãos, os descendentes de Sem e Jafé, que eram tementes a Deus. Os descendentes de Cão, porém, não estavam satisfeitos em viver na companhia deles, pois seus ensinos e exemplos os incomodavam. Assim, decidiram deixá-los e procurar outro lugar, onde as restrições da lei de Deus não pudessem ser sentidas.

O vale de Sinar, às margens do rio Eufrates, era um lugar belo e fértil, onde poderiam prosperar. Eles decidiram construir uma cidade com uma torre de tal magnitude que maravilhasse o mundo. Os versos 3 e 4 relatam: “E disseram uns aos outros: Eia, façamos tijolos e queimemo-los bem. E foi-lhes o tijolo por pedra, e o betume por cal. E disseram: Eia, edifiquemos nós uma cidade e uma torre cujo cume toque nos céus, e façamo-nos um nome, para que não sejamos espalhados sobre a face de toda a terra.”

Através desses versos podemos observar alguns pontos importantes. Primeiro, eles queriam um nome próprio. Em outras palavras, eles acariciavam o orgulho em seu coração – o que sempre resulta em grande rebelião. Eles não estavam satisfeitos com o nome de Deus. Almejavam ter um nome próprio.

Segundo, o objetivo deles era evitar que o povo se dividisse em colônias – algo totalmente oposto ao que Deus havia lhes ordenado após o Dilúvio. Deus disse: “Frutificai e multiplicai-vos e enchei a terra” (Gênesis 9:1). Eles não deveriam repovoar a terra com cidades. Isso os levaria rapidamente de volta à iniquidade do mundo antediluviano. Eles não deveriam concentrar-se em grandes áreas metropolitanas, pois Deus sabia que o orgulho e o egoísmo os levariam para longe de Sua lei – e o resultado seria opressão, violência e a crescente maldade.

Em vez de obedecer à ordem de Deus, os filhos de Cão decidiram manter todos os seus descendentes juntos em um único lugar. Ninrode, um homem ambicioso, foi escolhido como o líder dessa rebelião. Ele não apenas queria instituir um nome próprio, mas queria também ser o governador ou o monarca de um império mundial. Moisés relatou que Ninrode “começou a ser poderoso na terra” e se tornou “poderoso caçador diante da face do Senhor” (Gênesis 10:8, 9). Isso quer dizer que Ninrode rebelou-se contra Deus e a Sua lei.

A Bíblia também nos diz que Ninrode era extremamente ambicioso. Em Gênesis 10:10 lemos que “o princípio do seu reino foi Babel, Ereque, Acade e Calné, na terra de Sinar”. Essas são as cidades que Ninrode fundou – e Babel foi escolhida como o ponto central de seu governo.

Ninrode, porém, queria mais. Ouça o que diz Profetas e Reis, página 119: “Estes construtores de Babel resolveram conservar unida a sua comunidade, em um corpo, e fundar uma monarquia que finalmente abrangesse a Terra inteira.”

Você ouviu isso? Esse povo rebelde e iníquo planejava dominar o mundo em desafio a Deus. Moisés nos diz nos versos 11 e 12 que “desta mesma terra saiu à Assíria e edificou a Nínive, Reobote-Ir, Calá e Resen, entre Nínive e Calá (esta é a grande cidade).”

Agora você sabe de onde a grande cidade de Nínive surgiu. Ela fazia parte do império global de imensas cidades-estado que Ninrode estava tentando construir. A Bíblia também relata que um dos filhos de Cão tornou-se pai dos filisteus e cananeus, que incluía os jebuseus, amoritas, girgasitas e muitos outros. O verso 19 nos diz que a fronteira dos cananeus estendia-se desde Sidom até Sodoma, Gomorra e outras grandes cidades da planície do vale do Jordão.

Assim, Ninrode foi o fundador de todas as tribos rebeldes após o Dilúvio. Sua intenção era estabelecer um poder global que controlaria todas as cidades-estado em rebelião contra o governo do Céu – o que significa que ele também foi o fundador do paganismo. Fatos surpreendentes, mas também proféticos. Não se esqueça de que no final dos tempos surgirá uma nova ordem mundial, um império global chamado Babilônia com uma religião pagã. O ponto central desse império será “a grande cidade”, mencionada em Apocalipse 14:8, conhecida como papado ou Vaticano hoje. A Santa Sé, como o Vaticano é chamado entre as nações do mundo, está tentando “fazer um nome” para si. Ambiciosa como Ninrode, a Santa Sé está trabalhando arduamente para posicionar-se como a líder moral do mundo a fim de que possa assentar-se como rainha, segundo Apocalipse 18:7.

Ninrode foi o fundador da grande Babel. Quem sabe, Ninrode percebeu que ao manter o povo concentrado em grandes cidades, poderia controlá-los com mais facilidade. Poderia controlar a economia, a política e a religião. Ele estava determinado a fazer tudo o que pudesse para obter poder, prestígio e notoriedade. Ao concentrar o povo em cidades, Ninrode sabia que poderia conseguir maior vantagem econômica e política.

A glória de Babel atrairia a admiração e a homenagem do mundo e tornaria seus fundadores famosos. A torre magnificente, projetada para alcançar o céu, tinha como objetivo ser um monumento do poder e da sabedoria de seus construtores humanos, perpetuando, assim, a sua fama para sempre. Note que a nova ordem mundial daquela época se deu através da construção de grandes cidades capazes de abrigar muitas pessoas e de concentrar a riqueza e o poder nas mãos de poucos.

Essa foi a primeira tentativa de globalização na história da Terra. Assim como todas as outras tentativas de uma nova ordem mundial desde então, ela também resultaria na imposição de uma religião global que desafiaria a adoração ao verdadeiro Deus. Na verdade, a nova ordem mundial não tem outro propósito hoje a não ser opor-se a Deus e à Sua lei. Os princípios da Babilônia moderna são os mesmos da antiga.

Você acha que hoje há homens como Ninrode que manifestam ambições semelhantes? Você acha que hoje há pessoas que desejam governar seus semelhantes e concentrar populações e o poder de tal forma que possam controlar o mundo inteiro, assim como Ninrode tentou fazer? Hoje, mostrarei a você de que forma tais perguntas têm como resposta um ressoante “sim”! Na verdade, estamos prestes a testemunhar a ressurreição de Babel em escala global. A nossa geração está marcada pelos mesmos princípios que foram desenvolvidos na antiga Babel. Gostaria de lembrar que Nabucodonosor também tentou fazer o mesmo na antiga Babilônia (uma descendente direta de Babel). Carlos Magno, por sua vez, tentou também fazer a mesma coisa durante a Idade Média. A história se repete vez após outra. Esses homens “fizeram um nome para si mesmos” e rejeitaram a lei de Deus.

Alguns dos homens da antiga Babel eram ateus e outros agnósticos. Assim como hoje, “muitos deles negavam a existência de Deus, e atribuíam o Dilúvio à operação de causas naturais” (Patriarcas e Profetas, p. 119). Muitas vezes, ao lermos a respeito de desastres, deparamo-nos com a explicação de que são meros frutos de causas naturais. Os terremotos, por exemplo, são descritos como o resultado da colisão entre as placas tectônicas sob a superfície oceânica ou terrestre. Embora essa informação seja verdadeira, os “cientistas” se esquecem de que Deus controla todas as coisas. A ciência moderna tira Deus da equação e apresenta apenas os fatos naturais (até onde os cientistas podem compreendê-los), esquecendo-se de que Deus é o Autor da natureza e que a Terra é sustentada pelo Seu poder. Uma placa tectônica não pode mover-se um milímetro sequer sem a permissão de Deus. O coração enganoso desses cientistas está obscurecido e não podem compreender o amor de Deus e enxergar a Sua mão na natureza e na história.

Alguns dos habitantes de Babel criam num Ser Supremo, responsável por destruir o mundo com o Dilúvio. Satanás fez de tudo para representá-Lo de forma distorcida levando tais pessoas a enxergarem-No como um Ser cruel e tirano, gerando rebeldia em seu coração contra Ele. Tais pessoas não quiseram acreditar na palavra de Deus. Assim, escolheram negar tudo o que Deus havia dito, inclusive o fato de que Ele não destruiria a Terra com outro Dilúvio. Essas pessoas buscavam segurança, especialmente contra a vingança de Deus. Assim, envolveram-se na construção da imensa torre.

É interessante notar que quanto mais globalizadas as nações se tornam, mas preocupadas com a segurança ficam. Neste momento, os líderes globais estão obcecados com a segurança do sistema financeiro global. Estão obcecados também com a segurança contra o terrorismo. A segurança também foi motivo de preocupação para Ninrode na antiga Babel. Ele e seus colaboradores criam que outro Dilúvio ameaçaria sua vida.

Em Patriarcas e Profetas, página 119, lemos: “Elevando a construção a uma altura muito maior do que a que foi atingida pelas águas do dilúvio, julgavam colocar-se fora de toda possibilidade de perigo. E, como pudessem subir à região das nuvens, esperavam certificar-se da causa do dilúvio.”

A ideia principal do projeto era exaltar o orgulho da engenhosidade e tecnologia humana. Eles almejavam explicar a causa do dilúvio encontrando uma razão física para ele. Os chamados “cientistas” da época queriam desviar a mente das futuras gerações de Deus e levá-las a adorar a tecnologia e a ciência – o que é uma forma de idolatria. Isso representava apenas um pequeno passo em direção ao paganismo. Os líderes planejavam uma idolatria global. O resultado seria desastroso. Com a rejeição da lei de Deus, não haveria mais limites e o desrespeito reinaria. Sem a restrição da lei de Deus, sem a justiça, a misericórdia, a pureza e o amor, a sociedade degradaria para a opressão, a violência e a brutalidade.

Será que no mundo moderno reconhecemos tais características? As cidades modernas, assim como a antiga Babel, tornaram-se as grandes propagadoras da impiedade, da impureza e da violência devido às drogas, à prostituição, ao homossexualismo, à corrupção, ao suborno e à imoralidade de toda espécie.

“Os homens de Babel tinham-se decidido a estabelecer um governo que fosse independente de Deus… Houvessem eles continuado sem serem impedidos, e teriam aviltado o mundo em sua infância. A confederação foi fundada de modo revoltoso; estabelecido fora um reino para a exaltação própria, mas no qual Deus não deveria ter domínio ou honra. Houvesse sido permitida esta confederação, e uma grande potência teria exercido o domínio para banir da Terra a justiça, e com esta a paz, a felicidade e a segurança” (Patriarcas e Profetas, p. 123). Eles queriam substituir o mandamento de Deus, que é “santo, justo e bom” (Romanos 7:12), pelos seus próprios princípios egoístas. Em outras palavras, se seus desígnios não tivessem sido restringidos por Deus, eles teriam concentrado o poder nas mãos de poucos, que se empenhariam em destruir a paz, a felicidade e a segurança da Terra ao aniquilar a justiça.

A Bíblia declara em Provérbios 14:34 que “a justiça exalta os povos”. Não há possibilidade de as cidades propagarem a justiça. Isso não faz parte de seu “DNA” cultural. Em vez disso, elas geram a iniquidade ao concentrar homens e mulheres pecaminosos em grande número em um único lugar a fim de lutar por propósitos seculares. Há uma profecia sobre esse tipo de pessoas nos últimos dias. Você conhece a profecia de Enoque? Sim, Enoque profetizou. Ela se encontra em Judas 14 a 16. Falando a respeito do povo ímpio, Judas declara: “Profetizou também Enoque, o sétimo depois de Adão, dizendo: Eis que é vindo o Senhor com milhares de seus santos; Para fazer juízo contra todos e condenar dentre eles todos os ímpios, por todas as suas obras de impiedade, que impiamente cometeram, e por todas as duras palavras que ímpios pecadores disseram contra ele. Estes são murmuradores, queixosos da sua sorte, andando segundo as suas concupiscências, e cuja boca diz coisas mui arrogantes, admirando as pessoas por causa do interesse.”

Pense nas palavras inspiradas ditas por Enoque. Elas nos dizem que todos os ímpios serão julgados e punidos por seus atos de maldade. Como saber quem são essas pessoas? São aquelas que constroem edificações maravilhosas com o objetivo de atrair a admiração do homem para si. São aquelas que se orgulham de sua inteligência e conhecimento ao dizer que o mundo veio à existência sem Deus. São aquelas que tiram vantagem dos outros por meio da bajulação e lisonja. São aquelas que ensinam que não tem problema algum pecar. São aquelas que reclamam daqueles que creem em Deus e se esforçam por ridicularizá-los e difamá-los. São aquelas que serão julgadas por se comportar como sodomitas e gomorritas ao lutarem pela legalização do casamento entre indivíduos destituídos de afeto natural. Cada ato de maldade será julgado.

É assim que as cidades são hoje. Elas são estabelecidas para a exaltação do homem, e o resultado é a concentração da iniquidade. Prédios, ruas, estádios, aeroportos e outras edificações são nomeados segundo o homem que os fundou ou os planejou, ou em honra àqueles que os controlam. Além disso, a aquisição de dinheiro e bens é um dos propósitos principais da cidade. A ganância e o egoísmo motivaram Ninrode e seus colaboradores, assim como motivam muitos líderes hoje.

Em Gênesis 11:5-7 lemos: “Desceu o Senhor para ver a cidade e a torre que os filhos dos homens edificavam; e o Senhor disse: Eis que o povo é um, e todos têm uma mesma língua; e isto é o que começam a fazer; e agora, não haverá restrição para tudo o que eles intentarem fazer. Eia, desçamos e confundamos ali a sua língua, para que não entenda um a língua do outro.”

Os habitantes de Babel disseram: “Eia, façamos tijolos” (Gênesis 11:3). Deus disse: “Eia, desçamos e confundamos ali a sua língua, para que não entenda um a língua do outro” (Gênesis 11:7). Ao dizer Deus: “Não haverá restrição para tudo o que eles intentarem fazer” (verso 6), Ele estava dizendo que se aquele povo ímpio tivesse permissão para prosseguir com a conspiração contra o Céu, seu coração seria tão endurecido que o Espírito Santo se retiraria completamente deles e nada mais poderia impedi-los de praticar somente o mal.

“Anjos foram enviados para reduzir a nada o propósito dos edificadores. A torre havia alcançado uma grande altura, e era impossível aos trabalhadores no cimo comunicar-se diretamente com os que estavam na base; portanto foram estacionados homens em diferentes pontos, devendo cada um receber os pedidos de material de que se necessitava, ou outras instruções relativas à obra, e transmiti-las ao que estava imediatamente abaixo. Passando assim os avisos de um para o outro, foi confundida a língua, de modo que se pedia material de que não havia necessidade, e as instruções transmitidas eram muitas vezes o contrário das que tinham sido dadas. Seguiram-se a confusão e o desânimo. Todo o trabalho paralisou-se. Não mais podia haver harmonia ou cooperação. Os edificadores eram inteiramente incapazes de dar a razão dos estranhos mal-entendidos entre eles, e em sua raiva e decepção, censuravam uns aos outros. Terminou sua confederação em contenda e carnificina. Raios do céu, como prova do desagrado de Deus, quebraram a parte superior da torre, e a lançaram ao solo. Os homens foram levados a compenetrar-se de que há um Deus que governa nos Céus” (Patriarcas e Profetas, p. 119, 120). O Senhor lembrou-lhes daquilo que justamente queriam esquecer: que há um Deus que governa nos Céus.

Obviamente, o ataque divino à torre seria explicado hoje como um mero fenômeno natural ou físico. Dir-se-ia que os raios atingiram a torre por ser a estrutura mais alta da região e por não estar aterrada adequadamente. Certamente, tal explicação aplacaria a consciência culpada de Ninrode e seus colaboradores se esforçariam para restaurá-la. Assim, Deus teve que ir além do fenômeno natural e fazer algo sobrenatural. Ele confundiu as línguas para que o povo não conseguisse mais se comunicar. Você acha que os cientistas podem explicar isso em termos físicos e naturais? Certamente que não! Tudo o que eles podem fazer hoje é alegar que essa história não passa de um mito.

“Assim o Senhor os espalhou dali sobre a face de toda a terra; e cessaram de edificar a cidade” (Gênesis 11:8). O memorial de seu orgulhou, tornou-se o memorial de sua estupidez.

Hoje, porém, mesmo com as línguas ainda confundidas, o homem está tentando vencer os obstáculos de Deus a fim de estabelecer outro regime opressivo de poder global, assim como Ninrode. Os homens continuamente repetem a história. Até mesmo os chamados professores cristãos nas chamadas universidades cristãs ensinam a ciência evolucionista, que separa os fatos científicos de Deus. Eles ensinam o evolucionismo como um fato, levando muitos jovens cristãos a descrerem do relato bíblico da criação e substituí-lo pela evolução.

Babel é um exemplo clássico dos resultados da globalização. O processo de globalização está avançando rapidamente. Seu propósito secreto é preparar o mundo inteiro para aceitar à força uma religião global, conforme predito em Apocalipse 13:8, que diz: “E adoraram-na [a primeira besta, ou o papado] todos os que habitam sobre a terra.” O Vaticano apoia a globalização, pois ela está centralizará o poder nas mãos de pouquíssimas pessoas, assim como Ninrode fez, fazendo com que fique mais fácil para o Vaticano e outros poderes relacionados manipular todo o império global.

Nos últimos anos, o mundo atingiu um ponto crucial. Hoje, mais da metade da população mundial vive em cidades – um percentual que cresce rapidamente a cada dia. Até agora, apenas 100 cidades são responsáveis por mais de 30% da economia global. Essas cidades compõem o coração da globalização, que pulsa à custa de dinheiro.

Entretanto, uma nova série de megacidades está surgindo ao redor do mundo, fazendo com que as cidades que atualmente dominam o mundo pareçam pequenas. A China, por exemplo, construiu ou está no processo de construção de 300 cidades para abrigar a população em rápido crescimento. Seul, capital da Coréia do Sul, está aumentando em um percentual surpreendente. Cada condomínio residencial ou comercial que é lançado é vendido quase que instantaneamente.

A intensa migração de pessoas para as cidades está fazendo com que os grandes centros cresçam ainda mais, como também tem forçado a criação de novas cidades praticamente do nada em uma escala que mal pode ser imaginada. Por exemplo, estima-se que até 2025, 15 supercidades, com uma média de 25 milhões de habitantes, terão sido fundadas na China. Algumas delas são imensas “cidades-fábricas”, como são chamadas, construídas no meio do nada a fim de suportar a futura expansão da indústria. As recém-criadas “cidades-conhecimento”, erigidas no deserto árabe, estão se preparando para absorver grandes populações em busca de emprego.

As cidades do futuro próximo não abrigarão apenas dois, três, quatro ou cinco milhões de pessoas, mas um número surpreendente que começará na casa dos dez milhões e se estenderá até onde os dígitos numéricos podem ser lidos. Quanto maiores forem essas cidades, mais independentes podem tornar-se do governo nacional que as criou. O novo mundo não será definido em sua maior parte por nações, como Brasil, Japão, Itália, China ou Austrália. Os novos centros de gravidade global serão as megacidades, cuja influência excederá a da própria nação em que se encontram num mundo destituído cada vez mais de fronteiras.

As cidades sempre representaram a grandeza dos impérios – e são elas que nos últimos dias fortalecerão o império do novo mundo, se Deus permitir que esse plano atinja tal maturidade. Tais megacidades serão usadas para fazer do novo mundo um reflexo da Idade Média, ocasião em que as cidades-estado dominavam o contexto político. A estrutura medieval está sendo ressuscitada, mas em vez das fazendas primitivas de camponeses, ela está sendo implantada no contexto de tecnologia moderna, inovação e comunicação de alta velocidade. O controle da economia não será enraizado em capitais nacionais como Pequin, Washington, Berlin ou São Paulo, mas em cidades com a maior concentração de conhecimento no mercado global. A chave para a nova ordem mundial está no controle das cidades.

Assim como na Idade Média, as megacidades atuarão como o motor de arranque da economia, da inovação geopolítica e da diplomacia internacional. Tais cidades não seguirão o mesmo código de conduta que as nações seguem. Elas criarão seu próprio código oportunista de conduta comercial. Por exemplo, o comércio interno asiático ultrapassou o comércio realizado com as cidades ocidentais. Como resultado, a Ásia estabeleceu sua própria infraestrutura financeira e comercial, incluindo um fundo monetário com o objetivo de ajudar a manter a moeda asiática estável. Em vez de um percurso mais longo de voos intercontinentais, foi criado um sistema de voos curtos para aumentar a frequência de voos lotados de viajantes entre as cidades comercias por toda a região. As cidades do Oriente Médio estão criando as “zonas livres”, onde os produtos podem desembarcar nos portos sem passar pelo longo processo burocrático do governo. Tais cidades estão oferecendo grandes incentivos para atrair o comércio para dentro de suas fronteiras.

Alianças entre cidades, como Dubai e Hamburgo, Alemanha, que estão formando fortes parcerias na marinha mercante e na ciência, ou Abu Dabi e Singapura, que desenvolveram um novo eixo comercial, refletem os encargos de seus ancestrais medievais para os relacionamentos diretos. Ninguém está aguardando a permissão de Washington para fazer acordos. A fim de acomodar o crescimento, os Emirados Árabes estão criando novos distritos urbanos no deserto que são ecologicamente corretos, neutros em carbono e livres de emissão de resíduos. As “cidades inteligentes”, como são chamadas, são projetadas para atender as necessidades e os interesses do comércio – não a liberdade de expressão e a liberdade religiosa.

O poder econômico será o pré-requisito para participar da diplomacia global – não da liberdade individual ou outras questões filosóficas. De certa forma, a soberania nacional não desempenhará mais um papel dominante na política global como no passado. Como resultado, as constituições nacionais exercerão menos influência na vida pessoal.

O governo nacional não restringirá o surgimento das cidades-estado. Assim como na Idade Média, o governo nacional, regional ou suprarregional ajudarão as cidades-estado em suas ambições globais. Da forma como as megacidades estão formando parcerias, no que diz respeito ao fluxo de capital e às cadeias de fornecimento, haverá menos necessidade de que os governos nacionais negociem pactos internacionais e outros acordos diplomáticos. A nação-estado não será mais tão importante na nova ordem mundial – e os idealizadores da globalização sabem disso. É por isso que a consolidação do poder sempre começa com acordos comerciais entre as nações dentro de uma dada região do mundo. Dez dessas regiões estão se fundindo neste momento através de linhas naturais de comércio.

As futuras supercidades estrategicamente conduzirão cada vez mais a sua própria diplomacia “soberana”. Observe, por exemplo, as novas cidades-estado investindo bilhões de seu próprio dinheiro na compra de imensas porções de terra na África para atender a demanda de alimento. No futuro, você provavelmente verá essas mesmas cidades-estado adquirindo também fontes de água, que serão cada vez mais escassas. Além disso, tais cidades-estado desenvolverão sua própria força armada e serviço de inteligência para proteger seus investimentos ou, quem sabe, garantir com mais rapidez a conquista de suas ambições.

Fórum da Política Global: Conflito sobre a água

http://globalpolicy.org/the-dark-side-of-natural-resources/water-in-conflict.html

À medida que a soberania nacional diminui ou até mesmo desaparece, e as cidades tornam-se os centros políticos da Babel moderna na nova ordem mundial, observe a consolidação e a confederação das cidades maiores com as menores. Em reflexo ao comportamento de seus ancestrais medievais, as megacidades competem entre si por recursos, inovação e novas tecnologias. Imagine se os líderes de uma grande cidade tiverem controle sobre outra cidade pequena, ou várias cidades pequenas, e usá-las para dar apoio às necessidades da indústria, da produção e processamento de alimentos e assim por diante. Nesse caso, as cidades pequenas se tornariam vassalas, dependentes das cidades grandes para a sobrevivência econômica e para servir às necessidades das cidades maiores e mais agressivas.

A consolidação do poder estabelecerá os princípios da Europa medieval no mundo inteiro, não sob condições primitivas, mas sob condições modernas e tecnologicamente avançadas. Imagine que algumas cidades formem aliança contra outras cidades. À medida que a água potável, o alimento, o petróleo e outros recursos naturais se tornam cada vez mais escassos e de difícil acesso às cidades, guerras podem estourar para a obtenção do controle de tais recursos, pois os conflitos inevitavelmente surgirão. Jesus predisse tanto a fome quanto a guerra numa única sentença em Mateus 24:7. Gostaria de salientar que a globalização aumenta a possibilidade de escassez de recursos, o aumento da fome, da instabilidade social e de guerras. A demanda será grandemente concentrada nas cidades, administradas por seres humanos cheios de ambições, que geralmente não são do melhor interesse das pessoas sob os seus cuidados.

Esse cenário faz lembrar-me das cidades-estado da época de Ló. Na história profética de Ló, os reis de algumas das cidades, liderados por Quedorlaomer, entraram em guerra contra os reis de outras cidades que incluíam Sodoma e Gomorra. Através dessa história, a Bíblia prediz que nos últimos dias existirá uma situação semelhante. As cidades-estado podem muito bem desenvolver a sua própria força armada e guerrear contra outras cidades-estado, especialmente por causa de recursos naturais, suprimento de alimento e água.

Conflito sobre a água:

http://globalpolicy.org/the-dark-side-of-natural-resources/water-in-conflict.html

Mas não para por aí. Quando há escassez de suprimento de combustível, como ocorreu durante a recém greve de trabalhadores na França, as cidades e seus habitantes são os mais afetados. Sempre que há falta de alimento, como quase aconteceu na Europa durante a erupção do vulcão islandês, os habitantes das cidades são os que mais são afetados. Quando há falta de outros recursos de necessidade básica, as pessoas que vivem nos grandes centros são as que apresentam as piores dificuldades, sem mencionar o caos e o surgimento de greves, protestos violentos e muitas vezes imposições de leis agressivas e restritivas.

Escassez de Combustível na França

http://www.telegraph.co.uk/news/worldnews/europe/france/8069518/Frances-petrol-pumps-could-run-dry-by-Wednesday.html

Os homossexuais são mais declarados e agressivos nas cidades. A corrupção concentra-se nas cidades. Deus é menos lembrado nas cidades.

O que acontece nas cidades causa mais impacto do que o que acontece em outros lugares. Isso se deve à intensidade de recursos. Os recursos financeiros, humanos, tecnológicos e de infraestrutura estão todos concentrados nas cidades – o que garante uma grande vantagem às megacidades em termos de influência global.

Não se esqueça das imensas cidades como Lagos, Manila, Xangai e Mumbai. Essas cidades também aumentarão de tamanho. De acordo com a previsão de especialistas em globalização, cidades como essas não abrigarão apenas 20 milhões de pessoas, mas 100 milhões de habitantes aglomerados dentro e ao redor de suas fronteiras. Apenas na Índia, 275 milhões de pessoas, conforme estimado, deixarão a zona rural para viver nas cidades e favelas nos próximos 20 anos. Praticamente a mesma quantidade de habitantes dos Estados Unidos inteiro. Essas cidades também terão um grande crescimento “orgânico”, que significa um crescimento entre as pessoas que já habitam na cidade, que passam a gerar filhos.

Na China, a migração para os centros urbanos será ainda maior. Até 2025, de acordo com a previsão dos idealizadores da nova era global de urbanização, 70% da população chinesa estará concentrada em cidades de mais de 1 milhão de habitantes. Até 2030, a previsão é que a China tenha 221 cidades com mais de 1 milhão habitantes, que serão acrescidas com mais 400 milhões de pessoas. Esse número ultrapassa de longe o número de habitantes dos Estados Unidos e do Canadá juntos. A Índia terá 68 cidades com mais de 1 milhão de habitantes e outros 215 milhões se unirão a elas. Esse número ultrapassa o número de habitantes do Brasil.

População dos Estados Unidos

http://www.google.com/publicdata?ds=uspopulation&met=population&tdim=true&dl=en&hl=en&q=population+of+united+states

População do Canadá

http://www.google.com/publicdata?ds=wb-wdi&met=sp_pop_totl&idim=country:CAN&dl=en&hl=en&q=population+of+canada

População do Brasil

http://www.google.com/publicdata?ds=wb-wdi&met=sp_pop_totl&idim=country:BRA&dl=en&hl=en&q=population+of+brazil

Para construir cidades desse porte nos próximos 20 anos, a Índia precisará de 14 a 18 bilhões de metros quadrados de terreno para uso residencial e comercial. Esse espaço equivale quase a quatro vezes o tamanho da cidade de Nova York ou o tamanho do Kuwait. A China precisará de 40 bilhões de metros quadrados de terreno para uso residencial e comercial, espaço equivalente a dez vezes o tamanho da cidade de Nova York, ou o tamanho da Suíça. Apenas pense na demanda de concreto e aço, sem contar os outros materiais necessários para construir esses super centros e mantê-los.

Tal processo não está ocorrendo apenas na China e na Índia. As cidades estão proliferando como um câncer ao redor do mundo. Há um lado negro nessa arrancada gravitacional em direção às cidades que não é divulgada pela imprensa. Essas megacidades se tornarão centros de poder e controle de Satanás. Historicamente, as cidades sempre foram o centro da riqueza e do poder global, gerando, com isso, grandes rivalidades e conflitos. Foi assim na Babilônia antiga. Foi assim especialmente na Grécia antiga. Foi assim na Europa medieval e será assim novamente no final dos tempos, especialmente à medida que a globalização adquire mais força. Satanás novamente usará o seu poder para colocar tais megacidades e suas imensas populações sob o seu controle. Os homens estão construindo uma torre de Babel moderna. Em desafio ao Deus do Céu, eles rejeitarão a Sua lei e buscarão controlar cada aspecto da sociedade, incluindo a religião.

O crime, a imoralidade e o vício são características da cidade – e as supercidades não serão uma exceção. O crime organizado controlará as principais linhas de mercado. A fraude, o roubo e a violência aumentarão. A injustiça, a corrupção e a opressão cobrirão as pessoas como um manto da morte.

Como resultado, assim como na Idade Média, ocasião em que a Igreja Católica controlava as populações e os cavaleiros e os muros protegiam a aristocracia das intervenções não desejadas, agora, os muros modernos com vitrais no topo, portões elétricos e equipes de segurança particular desempenharão o mesmo papel.

A intenção oculta das megacidades globais é a rebelião contra Deus. Sempre foi assim com as cidades. Quanto mais perversas se tornarem, mais endurecido será o coração de seus habitantes. “A imaginação dos pensamentos de seu coração” será continuamente má, assim como nos dias de Noé (Gênesis 6:5). As cidades se tornarão excessivamente ímpias. Os que professam seguir a Cristo, mas vivem nessas supercidades no final dos tempos serão influenciados pelo espírito e a atitude dos que os cercam, assim como aconteceu com Ló em Sodoma.

Eis o que acontecerá com tais megacidades. Esta citação encontra-se em O Grande Conflito, páginas 589 a 590: “Ao mesmo tempo em que aparece aos filhos dos homens como grande médico que pode curar todas as enfermidades, trará moléstias e desgraças até que cidades populosas se reduzam à ruína e desolação. Mesmo agora está ele em atividade. Nos acidentes e calamidades no mar e em terra, nos grandes incêndios, nos violentos furacões e terríveis saraivadas, nas tempestades, inundações, ciclones, ressacas e terremotos, em toda parte e sob milhares de formas, Satanás está exercendo o seu poder. Destrói a seara que está a amadurar, e seguem-se fome, angústia. Comunica ao ar infecção mortal, e milhares perecem pela pestilência. Estas visitações devem tornar-se mais e mais frequentes e desastrosas. A destruição será tanto sobre o homem como sobre os animais. ‘A Terra pranteia e se murcha’, ‘enfraquecem os mais altos dos povos. … Na verdade a Terra está contaminada por causa dos seus moradores; porquanto transgridem as leis, mudam os estatutos, e quebram a aliança eterna’ (Isaías 24:4 e 5).”

À medida que as cidades do tempo do fim se tornam mais determinadas em sua rejeição à lei de Jeová, elas serão entregues às visitações de Satanás e seu poder destruidor.

No horizonte profético avistam-se pestilências horríveis e repulsivas. Imagine apenas uma dessas cidades sendo varrida por uma epidemia causada por superbactérias resistentes a todos os tipos de antibióticos levando milhares de pessoas à morte. Numa era em que as viagens são constantes, as epidemias podem facilmente passar de uma cidade para a outra em questão de dias, antes mesmo de a epidemia ser reconhecida. Já ouvimos falar desse tipo de bactérias e vírus no noticiário recentemente. Quem sabe ocorram combinações de elementos já existentes ao nosso redor, mas que combinados formam armas químicas ou biológicas de destruição em massa, que Satanás ou seus agentes humanos podem usar para causar a morte e a destruição de milhões. Esforços para tentar conter tais epidemias dificultarão muito a vida cotidiana, sem contar as viagens e o comércio. A globalização coloca em risco a saúde e a segurança. As megacidades globalizadas deixarão milhares de pessoas vulneráveis a terríveis epidemias e outras doenças.

Superbactérias

http://www.usatoday.com/yourlife/health/medical/2010-09-17-1Asuperbug17_ST_N.htm?csp

Ouça esta outra citação: “As profundidades da Terra são o arsenal do Senhor, donde foram retiradas as armas empregadas na destruição do mundo antigo. Águas jorrando da Terra uniam-se com as águas do céu para cumprirem a obra de desolação. Desde o dilúvio, o fogo bem como a água tem sido o agente de Deus para destruir cidades muito ímpias. Estes juízos são enviados a fim de que aqueles que consideram levianamente a lei de Deus e menosprezam Sua autoridade, possam ser levados a tremer ante o Seu poder, e confessar Sua justa soberania. Vendo os homens montanhas ardentes a derramar fogo e chamas, e torrentes de minério derretido a secar rios, submergindo cidades populosas, e por toda parte espalhando a ruína e desolação, o mais arrogante coração tem-se enchido de terror, e os incrédulos e blasfemos têm sido constrangidos a reconhecer o infinito poder de Deus” (Patriarcas e Profetas, p. 109).

Você não quer ficar no meio de tudo isso, quer? A sua sobrevivência pode muito bem depender das suas ações hoje. A destruição do mundo antediluviano, a destruição de Sodoma e Gomorra, nos tempos modernos, a destruição de São Francisco em 1906, de Porto Príncipe, no Haiti, de Christchurch, na Nova Zelândia e de várias cidades chilenas e algumas cidades chinesas, todas em 2010, advertem-nos da destruição iminente do mundo inteiro. Tais destruições servem para nos lembrar a não voltarmos às costas para Deus. Através delas nos é dada uma advertência e tempo para nos arrependermos de nossos pecados e nos colocarmos completamente ao lado de Cristo no grande conflito. Os juízos de Deus são também destinados a controlar o excesso de impiedade que caracteriza as cidades de nossos dias.

Os estudantes de profecia sabem o resultado. Todas as advertências enviadas por Deus para conduzir o homem para longe de sua impiedade serão desatendidas. Os homens continuarão a opor-se à lei de Deus e serão amantes de si mesmos, destituídos de afeto natural e pecadores ao extremo. Satanás finalmente receberá permissão para causar a destruição nas cidades.

Você já notou a forma clássica de conspiração que Satanás usa para manipular as massas? Ele causa o desastre para depois se apresentar como o grande médico. Ele causa grande destruição e em seguida alega ser o salvador. Ele cria o problema para apresentar-se como a solução. A Bíblia diz: “E não é maravilha, porque o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz” (2 Coríntios 11:14). Os ministros de Satanás farão a mesma coisa. O verso 15 diz: “Não é muito, pois, que os seus ministros se transfigurem em ministros da justiça; o fim dos quais será conforme as suas obras.”

Você sabia que Satanás tem pastores ou ministros? Assim como seu mestre, eles dirão que Deus está zangado com os habitantes do mundo e que o mundo precisa voltar-se para Deus, o que é verdade. Mas eles alegarão que para isso acontecer, será necessário a imposição de leis que obriguem a santificação do falso sábado, ou domingo, como uma exigência de Deus no lugar no sábado bíblico. Eles pressionarão os legisladores e líderes do governo a decretarem leis que imponham a observância do dia de descanso de Satanás em vez do dia designado por Deus.

A fim de apoiar as falsas acusações, muitos sinais e maravilhas ocorrerão. Ouça o que Jesus predisse em Mateus 24:24: “Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão tão grandes sinais e prodígios que, se possível fora, enganariam até os escolhidos.” Em 2 Tessalonicenses 2:9 lemos que o anticristo virá “segundo a eficácia de Satanás, com todo o poder, e sinais e prodígios de mentira”.

O engano será grande. “Alguns serão tentados a aceitar essas maravilhas como sendo de Deus. Enfermos serão curados à nossa vista. Milagres se efetuarão aos nossos olhos. Estamos nós apercebidos para a prova que nos aguarda quando as mentirosas maravilhas de Satanás forem mais amplamente exibidas? Não serão muitas almas enredadas e arrebatadas? Separando-se dos positivos preceitos e mandamentos de Deus, e dando ouvido às fábulas, o espírito de muitos se está preparando para receber esses milagres de mentira. Cumpre armar-nos para o combate em que nos havemos de em breve empenhar. A fé na Palavra de Deus, o estudo apoiado na oração e aplicado praticamente, será nossa proteção contra o poder de Satanás, levando-nos à vitória pelo sangue de Cristo” (Testemunhos para a Igreja, v. 1, p. 302).

Amigo, o surgimento de inúmeras megacidades é um evento profético que você precisa prestar atenção. Além disso, você também precisa agir. Você e a sua família correm grande perigo se ainda vivem na cidade ou se permitem que os princípios da cidade façam parte de lar rural. Certifique-se de que vocês estejam sob a proteção de Deus.

Pode ser a seguinte pergunta esteja cruzando a sua mente: E quanto ao papel dos Estados Unidos na profecia? Os Estados Unidos não continuarão a desempenhar um papel fundamental até o fim? Creio que sim. Os Estados Unidos são de certa forma uma exceção nesse processo, mas não completamente. Os Estados Unidos têm exercido tanto poder e controle sobre o processo de globalização que atingiu a posição de permanecer como nação-estado a despeito do que acontecer com as outras nações. Lembre-se de que os Estados Unidos liderarão o mundo na questão da imposição de leis dominicais. Assim, não creio que os Estados Unidos perderão toda a sua importância. Também não acho que as outras nações perderão toda a sua importância, mas percebo que a sua importância diminuirá diante das novas realidades.

O livro Patriarcas e Profetas, página 124, diz: “O tempo do juízo de Deus está próximo. O Altíssimo descerá para ver o que os filhos dos homens têm edificado. Revelar-se-á Seu poder soberano; derribar-se-ão as obras do orgulho humano. ‘O Senhor olha desde os Céus, e está vendo a todos os filhos dos homens; da Sua morada contempla todos os moradores da Terra’ (Salmo 33:13 e 14). ‘O Senhor desfaz o conselho das nações, quebranta os intentos dos povos. O conselho do Senhor permanece para sempre; os intentos do Seu coração de geração em geração’ (Salmo 33:10 e 11).”

Você acha que estamos nos aproximando desse tempo outra vez? Certamente que sim. Voltamos ao tempo de Ninrode. Grandes cidades estão sendo e serão construídas a fim de concentrar o poder e o controle sobre as massas.

Ouça o que Deus disse que fará em Naum 2:3-6. Essa profecia fala da destruição de Nínive, uma das cidades principais do império de Ninrode e uma das sucessoras de Babel. O profeta Naum declarou: “Os escudos dos seus fortes serão vermelhos, os homens valorosos estarão vestidos de escarlate, os carros como tochas flamejantes no dia da sua preparação, e os ciprestes serão terrivelmente abalados. Os carros correrão furiosamente nas ruas, colidirão um contra o outro nos largos caminhos; o seu aspecto será como o de tochas, correrão como relâmpagos. Ele se lembrará dos seus valentes; eles, porém, tropeçarão na sua marcha; apressar-se-ão para chegar ao seu muro, quando o amparo for preparado. As portas dos rios se abrirão, e o palácio será dissolvido.” A sua defesa é incapaz de protegê-los. Eles serão destruídos.

Você já viu carros correndo furiosamente pelas ruas? O que dizer dos táxis das grandes cidades aglomerados nas ruas, os ônibus e o metrô também? As cidades, assim como a antiga Babel e Nínive, serão destruídas. No dia em que os juízos de Deus forem derramados, os habitantes dessas cidades tentarão fugir. Em desespero, tentarão escapar da destruição. Mas será tarde demais.

Há, porém, um lado maravilhoso de toda essa terrível impiedade. Ouça esta importante declaração profética. Ela se encontra em Profetas e Reis, página 186 e 187: “Na consumação da obra de Deus na Terra, a norma de Sua lei será de novo exaltada. A falsa religião pode prevalecer, a iniquidade se generalizar, o amor de muitos esfriar, a cruz do Calvário pode ser perdida de vista, e as trevas, como um manto de morte, podem espalhar-se sobre o mundo; toda a força da corrente popular pode ser voltada contra a verdade; trama após trama pode ser formada para aniquilar o povo de Deus; mas na hora de maior perigo, o Deus de Elias levantará instrumentos humanos para dar uma mensagem que não será silenciada. Nas populosas cidades da Terra, e nos lugares onde os homens têm ido mais longe em falar contra o Altíssimo, a voz de severa repreensão será ouvida. Corajosamente, homens indicados por Deus denunciarão a união da igreja com o mundo. Com fervor chamarão a homens e mulheres para que voltem da observância de uma instituição de feitura humana para a guarda do verdadeiro sábado.”

Meu irmão, minha irmã, estamos vivendo tempos perigosos. A globalização está avançando rapidamente. Ela preparará o cenário para a batalha final do grande conflito entre Cristo e Satanás sobre cada alma. Está na hora de organizarmos a nossa vida para vivermos perto de Jesus e sob a Sua proteção. Amigo, não rejeite o seu chamado e eleição. Deus deseja que você se una àqueles que proclamarão a última advertência às cidades munidos do poder do Espírito Santo derramado na chuva serôdia. Esse é o seu chamado, seu destino, se você for fiel a Jesus.

Oremos. Nosso Pai celestial, podemos ver que estamos nos aproximando do conflito final entre Cristo e Satanás sobre o domínio de cada coração. Somos vulneráveis. Somos fracos e nossa vida será insustentável na crise vindoura a menos que Tu assumas o controle. Por favor, Senhor, revele-Se a nós de maneira que nos ajude a nos tornarmos espiritualmente maduros e vivermos em harmonia com todos os Teus princípios. E nome do Senhor Jesus, amém.

Foi um imenso prazer passar esses momentos com você. Esperamos que você tenha sido imensamente abençoado pela mensagem deste mês. Agradecemos as suas orações e o seu apoio. Eles são muito importantes para nós. Até o próximo mês. Que Deus o abençoe e mantenha você e seus familiares em Seus braços de amor e cuidado. Guarde a fé!

Além dos Limites da Cidade

http://www.foreignpolicy.com/articles/2010/08/16/beyond_city_limits?print=yes&hidecomments=yes&page=full

Principais Números/ Megacidades

http://www.foreignpolicy.com/articles/2010/08/16/prime_numbers_megacities?print=yes&hidecomments=yes&page=full

Relação das Cidades Globais: Texto

http://www.foreignpolicy.com/articles/2010/08/11/the_global_cities_index_2010

Relação das Cidades Globais: Classificação

http://www.foreignpolicy.com/node/373401

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